De Gutemberg
à era digital |
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| Jornalista multifuncional, José Mário Pinto celebra 50 anos de carreira na imprensa, no Jornal O Povo, trajetória que começa na era tipos móveis |
A história Do jornalismo de José Mário Pinto da Silva (o Zé Mário) é densa. Quando começou, em 1956, não pensava que o tempo passaria tão rápido, pois já se vão mais de 50 anos de profissão, somando diversas homenagens. Na sua sala de troféus, figuram a medalha do Tamandaré, da Marinha do Brasil, e a medalha do Pacificador, do Exército Brasileiro, além das 16 homenagens recebidas apenas em 2007.
Zé Mário começou atuando no jornal O Povo, em Fortaleza, Ceará, no departamento de revisão. De acordo com o jornalista, na época, não havia a divisão por editorias, mas, sim, reportagem geral. “Também não tínhamos pauta. Hoje, os grandes jornais são todos setorizados”, explicou.
Um dos destaques profissionais de Zé Mário foi a responsabilidade pela fundação da Abrajet-CE (Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo do Ceará). A partir deste marco, começa a trabalhar no Jornal de Turismo (JT), quando o ex-presidente da Abrajet Nacional, C. de Araújo Castro, comandava a entidade. O jornalismo de turismo entrou na carreira de Zé Mário em 1974, atuando por 22 anos na área. Hoje, é considerado o mais antigo colunista da área.
Atualmente, é presidente da Skal Internacional, uma entidade que reúne executivos do trade. “Conheço França, Inglaterra, Áustria, Espanha, Portugal, Noruega, Turquia, Uruguai, Argentina, Paraguai e Escócia”, conta. Entre 1976 e 1989, assessorou dois congressos da Abav (Associação Brasileira das Agências de Viagem). “Em 2002 e 2003, assessorei também o Congresso Brasileiro da Melhor Idade”, relata. 
Trabalhos
Zé Mário tem múltiplas funções dentro do campo jornalístico. Além de presente nas redações do jornal O Povo, desenvolveu trabalhos em assessoria e como freelancer. Assessorou a Empresa Industrial Técnica, foi freelancer em esportes náuticos, “fui homenageado com o Timão de Ouro, pelos serviços prestados a essa modalidade esportiva”, e não deixou de atuar no O Povo. Enveredou pelos caminhos aéreos, falando sobre aviação durante três edições da revista Asas do Brasil. Por entender do assunto, foi convidado a entregar o prêmio anual Santos Dumont de Jornalismo aos jornalistas vencedores nos quesitos aviação comercial, história e geral. Zé Mário afirma que escolher entre as 40 matérias finais não foi tarefa fácil. “É difícil eleger as melhores, porque são reportagens de altíssimo nível. Temos ótimos jornalistas no setor de aviação”, analisou. Além destes trabalhos, o repórter atua como colaborador diário dos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo e é colunista do JT e da Gazeta do Turismo.
Zé Mário
Assim se constrói a carreira ininterrupta e evolutiva de Zé Mário. Entre tarefas, trabalhos e homenagens, o jornalista vivencia os mais diversos campos que o jornalismo proporciona e de maneira competente. Por isso, 50 anos parecem apenas o começo de uma carreira que ainda vai render muitas matérias, homenagens e prêmios.
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