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Destaque

Os 30 Cearenses Mais Influentes



No famoso Dicionário Aurélio o adjetivo Influente é definido como "quem influi ou exerce influência" e está associado a prestígio, reconhecimento e credibilidade.

Ubiratan Aguiar
Dedicação ao serviço público e ao combate à corrupção. Uma visão política inconformada com as desigualdades e injustiças sociais

Ubiratan Aguiar, de 69 anos, é exemplo de uma vida inteira dedicada ao serviço público, ocupando lugares de destaque. Desde que ingressou na política como vereador de Fortaleza, ainda estudante, influencia os processos políticos no Ceará, e, desde o ano de 2008, ocupa a presidência do Tribunal de Contas da União (TCU), como primeiro cearense presidindo o órgão. De Cedro, interior do Ceará, formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Ceará, foi eleito deputado estadual duas vezes e quatro vezes deputado federal, antes de ser eleito como ministro do TCU em 2001.
Com o apoio de Paulo Sarasate, em 1967, no extinto Arena, o ministro entrou na política pela primeira vez como vereador da capital cearense

 

aos 26 anos. Em sua trajetória, participou ativamente da política no Ceará ocupando também cargos não-eletivos, como secretário de Estado, chefe de gabinete da prefeitura e procurador.
No Congresso Nacional, como membro da Câmara, integrou a histórica comissão da Assembleia Nacional Constituinte em 1987. Filiado ao PSDB há 16 anos, teve atuação destacada também dentro do partido, como vice-líder da bancada peessedebista e primeiro secretário da executiva nacional do PSDB. No Congresso, foi reeleito para o cargo de primeiro secretário da mesa diretora da Câmara e do Congresso.
Foi com essa longa experiência de mais de quarenta anos nas engrenagens políticas que Ubiratan assumiu a presidência do Tribunal de Contas. Símbolo de sua gestão, a cooperação entre os órgãos públicos no combate à corrupção e ao déficit nas administrações públicas se alinha ao objetivo da maior Corte de Contas do País, o de evitar o desperdício do dinheiro do contribuinte, colaborando com a maior eficiência das obras públicas e a transparência dos gestores. “[A política] me deu uma visão que ainda hoje não me tira a capacidade de se indignar com a concentração de renda e as desigualdades regionais, pai e mãe da violência, da injustiça social que campeia.”