vereadora de Fortaleza, com a maior votação de seu partido e em 2000, reeleita.
Em 2002, elegeu-se deputada estadual, sendo a mais votada entre as mulheres, e a quarta mais votada no geral, com quase 61 mil votos. Na Assembleia Legislativa, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania. Em 2004, enfrentou divergências no PT – cujos “caciques” queriam apoiar o, hoje, senador Inácio Arruda, do PC do B – superando o próprio comunista e o ex-prefeito de Fortaleza, Antônio Cambraia, do PSDB. No segundo turno, Luizianne venceu Moroni Torgan (DEM), obtendo mais de 617 mil votos. No primeiro mandato destacaram-se a urbanização da antiga Favela Maravilha, a iluminação pública, o congelamento das tarifas de ônibus por quatro anos, o fornecimento gratuito de fardamento e a redução da mortalidade materna.
Se reelegeu ainda no primeiro turno das eleições de 2008, enfrentando novamente Moroni e a senadora Patrícia Sabóia (PDT). Nesse meio tempo, participou das articulações que conduziram Cid Gomes (PSB) ao governo do estado e Inácio Arruda, antigo adversário, ao senado. Também se aproximou do então presidente do Legislativo municipal, Tin Gomes, o qual passou a integrar a chapa de Luizianne. Em seu segundo mandato tem como obra de maior destaque o CUCA Che Guevara, inaugurado em setembro do ano passado e localizado na Barra do Ceará.
Mãe de Tié, Luizianne gosta de dizer que seu governo se preocupa com as pessoas em primeiro lugar. Nesse sentido, ela destaca que em sua “política de valorização do magistério, a folha mensal da educação passou de R$ 13 para mais de R$ 30 milhões.” |