Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade Federal do Ceará, em 1971, atuou como advogado entre 1972 e 1992, quando integrou o Instituto dos Advogados do Brasil, o Instituto dos Advogados de São Paulo, o Instituto dos Advogados do Ceará e o Instituto Cearense dos Magistrados. Fez também mestrado em Direito Público e pós-graduação em Teoria Geral do Direito, ambos na UFC.
Possui ainda título de Notório Saber Jurídico outorgado também pela UFC, onde lecionou, por vários anos, as disciplinas de Introdução ao Estudo do Direito e Direito Civil. Produziu obras de conteúdo didático relevante, tais como, “O Novo Código Civil – Estudo em Homenagem ao Prof. Miguel Reale”; “Clóvis Bevilácqua”; “Direito e Medicina – Aspectos Jurídicos da Medicina”; “A Luta pela Efetividade da Jurisdição”; e “Clóvis Bevilácqua, em outras palavras”.
Crítico da morosidade e do excesso de formalismos no Judiciário tem trabalhado para dar maior celeridade ao STJ, onde tem se destacado principalmente em questões relativas à Direito Privado, Processo Civil, Direito Comercial e Direito Sucessório. É classificado como ousado, mas respeitador da jurisprudência.
Casado, pai de dois filhos, Asfor Rocha também ocupa uma cadeira na Academia Cearense de Letras. Para o presidente do STJ, “o século XIX foi do Executivo, o XX do Legislativo, agora o XXI será do Judiciário. Hoje o Judiciário é mais percebido pela mídia e tem se manifestado como tem que se manifestar. Não há interferência em outros poderes, mas há uma interação maior”.
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