Protestos virtuais
E o mundo virtual foi invadido por pessoas que querem e precisam realizar algum protesto. “Internet é melhor que a televisão. Enquanto uma dá autonomia e liberdade, a outra impõe, aliena”. É assim que Yakuy Tupinambá, membro da rede Índios Online, define a tecnologia, responsável por uma série de melhorias em aldeias onde ela chegou. Foi por meio da internet que a comunidade da aldeia Brejo dos Padres, conseguiu mudar a situação de um posto de saúde dos índios Pankararu, em Pernambuco. “Já havíamos reclamado diversas vezes à Funasa [Fundação Nacional de Saúde], mas não recebíamos resposta”. Depois que foram para a internet texto e imagens denunciando a infraestrutura decadente do lugar, a solução veio. Na aldeia de Ilhéus, a construção de um núcleo educacional com duas salas de aula, só saiu depois de muita reclamação na rede.
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral também utilizou a internet na busca de assinaturas para apresentar ao Congresso Nacional o projeto de lei de iniciativa popular que objetiva impedir que pessoas envolvidas em crimes graves se candidatem a cargos eletivos. A Campanha Ficha Limpa obteve 1,3 milhão de assinaturas e já foi entregue ao Congresso.
Mas, o protesto do momento é contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), entitulado Fora Sarney. O movimento possui um site e um perfil no Twitter com mais de 14 mil seguidores. O movimento contra Sarney não fica apenas na rede, e organiza manifestações por todo o país. Os organizadores pedem que as pessoas vistam roupa preta e levem faixas, cartazes e bandeiras do Brasil. O próximo grande protesto deve acontecer no dia 15 de novembro — aniversário da proclamação da República – informa o site dos manifestantes.
Enquete pergunta se Obama deve morrer
O Serviço Secreto dos Estados Unidos está investigando uma enquete postada na rede social Facebook “perguntando” as pessoas se elas achavam que o presidente Barack Obama devia ser assassinado. A “brincadeira” foi retirada do site tão logo a administração do site recebeu a denúncia. A pesquisa foi classificada pelo Facebook como “ofensiva” e apresentava quatro respostas para a pergunta macabra: “sim”, “talvez”, “não” e “sim, se ele cortar meu seguro-saúde.” O site informou que vai colaborar com o Serviço Secreto para descobrir o autor da enquete.
Perfís falsos podem ser o maior barato
O Twitter está inundado de perfis falsos. Alguns deles merecem destaque pela criatividade e humor. As paródias e perfis de artistas que já morreram se destacam entre os perfis mais engraçados do Twitter. Veja alguns do “melhores” fakes do Twitter brasileiro segundo o site IDG Now.
@mussumalive
Este ‘perfilzis’ do Trapalhão, o falecido Mussum conversa com outros usuários apenas com ‘sulfixis’ e quase sempre sobre assuntos como ‘mé, birita e ampolas do diurético’
@vitorfasano
Um pioneiro é esse perfil de Vitor Fasano, que já virou até nome de prêmio para Twitters falsos.
@meunomeeregina
Este perfil falso mantém o mesmo estilo do antigo blog Meu Nome é Regina, que satirizava a atriz Regina Duarte.
@renato_gaucho
O ex-jogador de futebol é visto nesse Twitter como um egocêntrico mulherengo sem nenhum pingo de modéstia.
@robertocarlosbr
Usa a linguagem característica do cantor Roberto Carlos e trechos de suas músicas.
@zedocaixao
Reproduzindo a linguagem macabra (e o português errado) do personagem.
“Me joga no Google, me chama de pesquisa”
A dupla sertaneja Ana Elisa e Mariana são as responsáveis por mais um hit na internet com a música do Google. Com o refrão “me joga no Google, me chama de pesquisa e diz que sou tudo o que você procurava”, a música vem também fazendo sucesso nas festas sertanejas. O restante da música não cita mais o buscador fala da “busca por um grande amor”. Veja um dos muitos clips produzidos por internauas para a música:
www.youtube.com/watch?v=vvLJFo1pvSc |
plugado...
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