Wagner Moura, sinônimo de competência
Wagner Moura
Dentre os tantos personagens que Wagner Moura já interpretou, nenhum marcou tanto os brasileiros quanto o Capitão Nascimento da franquia Tropa de Elite. Herói para alguns, anti-herói para outros, Capitão Nascimento encheu de jargões a boca dos espectadores, a exemplo da frase “pede pra sair”. A aguardada continuação da série, Tropa de Elite 2, estreou no dia 8 deste mês e já na primeira semana de exibição foi visto por 3 milhões de pessoas: um número espetacular para o cinema nacional. Será se Tropa de Elite 2 baterá o inquebrável recorde de bilheteria nacional de Dona flor e seus dois maridos (1976), de Bruno Barreto, com 11 milhões de espectadores?
Do primeiro para o segundo Tropa de Elite, a narrativa dá um salto de treze anos. Agora, Nascimento está mais experiente, divorciado e com um filho adolescente. Os espectadores verão o Capitão do Bope largar a farda. Na continuação, Nascimento usa terno e gravata e lida com os verdadeiros criminosos do País. O ator Wagner Moura declara que Tropa de Elite 2 é melhor do que o primeiro, em todos os aspectos. Segundo Wagner, “tudo foi mais pensado e culmina com a maturidade de Nascimento. A grande diferença é que ele é um personagem muito mais consciente do que está acontecendo”.
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